Em meio à tormenta surgiste como uma luz no fim do túnel
Entre tantos braços cruzados, foste a mão estendida
Marcado por tantas feridas, chegaste como um bálsamo
Ajudou-me a curar a asa quebrada
A mente traída rememorava cenas e acontecimentos
Que vez por outra curavam, ou reabriam velhas feridas
O riso escondido pela rudeza do diariamente foi abrindo espaço
Para a esperança que de mansinho veio chegando
Lendo pensamentos, divertia-se com as ações previstas
Lendo a alma, presenteava-me com gotas de mim mesmo
Que bebidas às baldadas revelavam-me
Assustava-me perceber mais sobre um eu que forçava por esconder
Temia conhecer
A mera suspeita de novas revelações arrepiam os ossos
Ao mesmo tempo que instiga a vontade
Desisti de fugir, de tentar adiar, de fingir não ver
Joguei a toalha e neste instante me presenteaste com um
Universo infinito de possibilidades
NAS INFINITAS POSSIBILIDADES DE ESCREVER
ResponderExcluirDESCOBRI UMA POETISA QUE JAMAIS ME CANSAREI DE LER.
BJOS LINDA.
Me levando a descobertas, respostas de meus porquês! Muito forte!
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