Sem dó nem piedade
Sem medo
Sem identidade
Corre pra chegar depressa
Silencia para não ouvir os próprios pensamentos
Sangra para não doer
Cala para não sofrer o já sofrido
Como somos desconexos
Metendo os pés pelas mãos
Em busca de repostas tão óbvias
Tempo meu querido despertai nossas almas!
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